
Além da Doutrina: Arrebatamento, Segunda Vinda e Apocalipse
O arrebatamento secreto existia no cristianismo antigo? Apocalipse não é previsão jornalística do século XXI.
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O arrebatamento secreto não existia no cristianismo antigo
A doutrina do arrebatamento secreto é moderna; o Novo Testamento aponta para a volta pública e gloriosa de Cristo.
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Encontrar o rei nos ares não significa fugir para o céu
1 Tessalonicenses 4 fala de encontro com o Senhor, ressurreição e permanência com Cristo — não de fuga definitiva da criação.
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Jesus prometeu voltar, não abandonar a criação
A esperança cristã não é fuga do mundo, mas a volta do Rei para julgar, ressuscitar e restaurar a criação.
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A noiva de Cristo é a Igreja ou a Nova Jerusalém?
Apocalipse não opõe Igreja e Nova Jerusalém: a noiva é o povo redimido, consumado como cidade santa na presença de Deus.
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Apocalipse não é previsão jornalística do século XXI
Apocalipse fala a igrejas reais sob Roma, em símbolos apocalípticos. Não é previsão jornalística, mas denúncia, consolo e esperança em Cristo.
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A besta não precisa ser um político do nosso tempo
Apocalipse não foi dado para caça a políticos, mas para discernir poderes que exigem adoração. O texto aponta para Roma no contexto original e para padrões recorrentes de opressão.
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Roma, império e resistência no Apocalipse
Babilônia, em Apocalipse, é Roma no horizonte imediato e, ao mesmo tempo, arquétipo de todo império que absolutiza poder, luxo e violência.
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O fim do mundo ou o fim de um mundo?
Nem toda linguagem apocalíptica anuncia o colapso do planeta; muitas vezes, ela descreve o juízo sobre ordens, cidades e impérios.