Páscoa

A Verdadeira História

A Verdadeira Páscoa
Um guia profundo sobre os eventos da semana santa.

VERDADEIRA

PÁSCOA DO ÊXODO À RESSURREIÇÃO

Olá, seja bem-vindo(a)! É com muita alegria que compartilho com você esse estudo sobre a Páscoa. Se você assim como eu ama a Palavra de Deus e busca entendê-la mais profundamente eu tenho certeza que esse material vai ser uma ótima ferramenta para você! Criei esse material como objetivo de ajudar as pessoas a entender o queé a Páscoa, como ela surgiu e como devemos olhar pra ela! Vamos iniciar conhecendo um pouco mais do que aconteceu no Egito antigo, onde o povo de Israel vivia sob o peso da escravidão. Entendendo o que essa história tem a ver com a Páscoa que comemoramos hoje. Juntos, vamos explorar os símbolos da Páscoa, como o cordeiro pascal, o pão sem fermento e as ervas amargas, e entenderemos o que eles significam não apenas para quem viveu esses eventos há milhares de anos, mas também para nós hoje.

Além disso, vamos aos últimos dias de Jesus em Jerusalém,

incluindo a última ceia com seus discípulos, Sua oração no Getsêmani, o sofrimento na cruz e, por fim, a vitória da ressurreição. Sinto que o erro de muitos cristãos na Páscoaé olhar para o passado, ver tudo que aconteceu e sentir pena, raiva, indig nação daquilo que aconteceu com Jesus. Alguns se pudessem voltar no tempo, tentariam"salvar"Jesus daquele ocorrido. Mas o que você vai aprender nesse materialé que a Páscoaé um convite a olhar para hoje, entender que aquilo que Jesus passou foi necessário ea escolha dele foi por amor anós. Se ele não tivesse passado por tudo aquilo, hoje estarí am os condenados eternamente. Se você está pronto para compreender tudo isso, e também como esse ensino deve mudar a forma como vivemos, te convido para as próximas páginas mergulharmos nesse ensino! Boa leitura!

OÊXODO

¹⁴Este dia lhes será por memorial, e vocês o celebrarão como festa ao Senhor; de geração em geração vocês celebrarão este dia por estatuto perpétuo. Êxodo 12: 14

Para compreendermos plenamente a história da Páscoa, precisamos viajar milhares de anos no tempo, até o período em que o povo de Israel vivia sob uma opressão severa no Egito. Essa opressão não aconteceu de forma repentina, mas foi um processo gradual. No início, os hebreus foram bem vistos no Egito devidoà influência de José, que, pela permissão de Deus, tornou-se governador e salvou a nação egípcia da fome(Gênesis 41- 50). No entanto, como passar dos anos, um novo faraó subiu ao trono—um governante que não conhecia José nema história de como Deus, por meio dele, havia abençoado o Egito. Esse faraó viu o crescimento exponencial do povo hebr eu como uma ameaça e, temendo que eles se tornassem fortes o suficiente para se rebelarem, decidiu escravizá-los.

Oprimidos por faraó, os israelitas foram submetidos a

trabalhos forçados intensos. Eles eram obrigados a construirci da desde armazenamento, erguer monumentos grandiosos e realizar tarefas árduas sob um sistema brutal e desumano. Além do fardo físico imposto, havia também o sofrimento emocional e espiritual, pois a identidade do povo de Israel estava sendo sistematicamente atacada. No Egito, eles não podiam adorar livremente ao Deus de seus pais, Abraão, Isa que e Jacó. Sua condição de escravos osc o loc av a em um esta do det ot al dependência de seus opressores, sem esperança de libertação pelos meios humanos. Porém, mesmo no meio dessa af lição, Deus estava trabalhando. O sofrimento do povo não passou desp erc ebi do aos olhos do Senhor. Em Êxodo 3: 7, Deus de clara a Moisés: De fato, tenhov isto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho ouvi do o seu clamor porc aus a dos seus capatazes, e sei o quanto eles estão sofrendo Essapassagemdemonstraque Deus não apenas viu a aflição de Seu povo, mas estava pronto para ag ir poderosa men te para lib e rtá-los. Esse períodos omb rio da história de Israel não foi apenas um tempo de dor, mas também um momento de preparação para uma das narr a tiv as mais importantes da história bíblica.

O clamor dos hebreus subiu aos céus, e Deus, em Sua fidelidade e amor pelo Seu povo, começou a orquestrar um plano de resgate—um plano que culminaria na primeira Páscoa e que, séculos depois, encontrar ia sua aplicação final em Cristo, o Cordeiro de Deus. AESCOLHADOLIBERTADOR Em meio ao sofrimento do povo de Israel no Egito, Deusesc o lhe um libertador: Moisés. Sua história, desde o nascimento, já apontava para um plano divino de redenção. Nasci do em um período em que Faraó havia decr et a do a morte de todos os meninos hebreus recém- nascidos, Moisés foi milagrosamente poupado quando sua mãe o colocou em um cestoà margem do rio Nilo(Êxodo 2: 1-10). Ele foi encontrado ecr ia do pela filha do próprio Faraó, recebendo educação e privilégios dentro do palácio real, mas nunca perdendo a sua identidade hebraica. Esse episódio já antecipa um paralelo com Cristo, pois assim como Moisés escapou da morte decretada por Faraó, Jesus também foi poupado da matança dos meninos de Belém, orde nada por Herodes(Mateus 2: 16).

Ambos nasceram sob um regime opressor, ambos foram

preservados por Deus para um propósito grandioso, e ambos se tornariam libertador es do povo de Deus—Moisés conduzindo Israelà libertação da escravidão físic ae Jesus trazendo a libertação de finitiv a do pecado e da morte. Quandoadulto, Moisés se viu diante de umch ama do. Deus apareceu a ele em uma sarça ardente, revelando Seu plano: Moisés dever ia confrontar Faraó e exigir que o povo de Israelf os se libertado(Êxodo 3: 10). Sentindo-se incapaz, Moisés tent ou argumentar que não era bom o suficiente para a missão. Deus, no entanto, garantiu que estaria com ele, capacitando-o para essa tarefa. Esse episódio nos lembra da missão de Cristo, que veio ao mundo para libertar ah umani da de da escravidão do pecado. Enquanto Moisés libertou Israel por meio do poder de Deus e da aliança estab eleci da no Sinai, Jesus traria uma libertação muito maior por meio do Seu sacrifício e da nova aliança no Seu sangue.

Apes ar dos sinais emi lagr es que Deus op er ou por meio de Moisés, Faraó ser e cus ou a libertar os israelitas. Como resposta, Deus enviou um as éri e de puniçõ es sobre o Egito —conhecidacomoas 10 pragas(Êxodo 7–12)—um julgamentodiretocontraadurezadecoraçãodo governante egípcio e também uma demonstração do poder divino sobre os falsos deuses do Egito. Cada praga representav a ad errot a de uma divindade egípcia, mostran do que o Deus de Israel era o únic oe verdadeiro Senhor. Mesmo diante de nov e pragas dev ast a dor as, Faraó recusava-se em não deix ar o povop art ir. Seu coração se endureceu, e ele não permitiu que o povof os se livre. Foi então que Deus anunciou a décima e mais ter rív el praga: a morte dos primogênitos. Esse evento marcar ia o início da Páscoa, quando Deus provi denc iar ia um meio de salvação para os hebreus por meio do sangue de um cordeiro. Esse evento não apenas garantiriaalibertaçãofísicade Israel, mas também apontava prof e tic a men te para Cristo, o Cordeiro de Deus quev iria para tirar o pecado do mundo(João 1: 29). Assim como Moisés foi envia do para resgatar Israel da escravidão no Egito, Jesus veio para nos libertar da escravidão espiritual, conduzindo-nosà verdadeira liberdade—não apenas em uma terra pro meti da terr e na, mas na esperança da vida eterna.

Praga Julgamentocontraodeus Egípcio

Águaem Sangue deus Hapi(idolatria ao Rio Nilo) Rãs deusa Hekt(deusadafertilidade, ela tinha ac ab eç a de rã) Piolhos deus Geb(deus da terra) Moscas deus Khepri(OEscaravelhosagrado) Pestes nos ani mais deus Àpis(O touros agr a do) Úlceras deus Sutech - Tifão(O deusa quem se oferecia as cinzas dos mortos) Chuv a de pedras deus Chu(O deus-atmosfera, quec o ntr o lav ao tempo) Gafanhotos deus Ser ap ia(o deus que pro teg ia at errado Egito dos gafanhotos) Trevas deus Rá(O deus-sol) Morte dos Primogênitos deus Faraó(consi dera do divino) As puniçõ esc o ntr aos egípcios não foram apenas julgamentosaleatórios, mas cada uma delas confrontou e derrot ou um falso deus egípcio. Ao fazer isso, Deus revelou Suas upr em ac ia abs o lut a sobre toda criação e sobre asf als as divindades. Curiosidade

A Páscoa dosju deus: O significado da primeira celebração ...eé ap art ir dessec ená rio que surgea PÁSCOA A primeira Páscoafoiinstituídapor Deus em um momento críticodahistóriade Israel, nav ésp era da décima praga que ass o lar ia o Egito. A palavra"Páscoa"em hebraicoé Pessach(פֶּסַח)que significa"passagem"ou"passar por cima". Esse nome está dir et a men teli gado ao evento no qual Deus, por meio do anjo da morte, julg ar ia os primogênitos egípcios, mas poupar ia aqueles que estavam como sangue do cordeiro marc a do em suas portas.

passar por cima PÁSCOA em hebraico, Pessach A celebração da Páscoa foi det alh a da men te instruída por Deus em Êxodo 12. O Senhorinstruiu Moisés a ordenar ao povo que, na noite da praga, cada famílias a crific as se um cordeiros em de feito e como sangue desse ani mal marc as se os umbrais eb a ten te das portas de suas casas. Esse sinal gar ant iria que o anjo da morte"pass as se por cima" (Pessach)naquela casa, poup an do os primogênitos ali presentes.

O cordeiro pascal dever ia ser comi do assado ao fogo, junto com ervas amargas e pães sem fermento(Êxodo 12: 8-9). Esses ele ment os tinham significados sim bólic os: O Cordeiro Pascal: O cordeiro pascal, ou"Korban Pesach"em hebraico era o pratoprincipaldarefeiçãoda Páscoa. E lede veria ser sem de feito e insp eci o na do durante 4 dias. Elesó estaria apt o para o sacrifícios e nãof os se encontrado de feito nenhum nele. A escolha eo sacrifício de um cordeiros em de feito simbolizamasubstituição, umani mal inocente morrendo em lug ar de outra pessoa(noc as oo primogênito da casa). O Sangue nos umbrais eb a ten te: O sangue nos umbrais eb a ten te das portas era o ele ment o que destac av a as casas dos Hebreus dos demais, além disso, não poderia ser qualquer sangue, dever ia ser o sangue do cordeiros em de feito que foim ort o! O sangue de um inocentepr e cis ou ser derramado, fator importante para entenderm os a diante o sacrifício de Cristo.

Mas porque nos umbrais eb a ten te das portas? Os umbrais eb a ten te das portas tinha um significado especial noc on text o egípcio. Era com um que os egípcios escrevessemnomesdeseusdeusesoufizesseminscrições nosb a ten tes para pedir proteção divina sobre suas casas. Quando os israelitas ob e dec eramà ordem de Deus e aplic ar am o sangue do cordeiro, estavam de claran do algo poderoso: rej eit a vamos deuses do Egitoeconfiavam exclusivamenteno Deus de Israel como suaf on te de proteção. Esse at o não era apenas de obediência, mas também de fé e se paraçã o espiritual em meio a uma cultur a domi nada pela idolatria. Exemplo de casas egípciascominscrições de seus deuses

As ervas amargas: As ervas ou"mar or", cons umi das durante a celebração, reme temà amar gur a da escravidão e daquilo que eles passaram. Quandol em os o livro de Êxodop erc e bem os que emvá rios momentos o povo de Israel se queix a pela vida que eles deix ar am pra trás. Sua vida no Egito tinha seus"confortos" com para do ao deserto, eles tinham casas, vari e da de comida, porémc o nst ante men te eles se es quec iam que eram ESCRAVOS. Isso fazia que eles lembras sem disso, de que nãoim porta o queo Egito oferecia, o amargor da escravidão e da opressão não comp ens av am aquilo que eles tinham. Assim como muitos es quec em que eram escravos do pecado e foram libertados por Cristo, frequentemente ide aliz am o passado, lembrando-o como algo bom e até sentindos au da des. Esquec em que sua vida era amarga e vazia. Pão sem fermento: O pão sem fermento, tambémc onh eci do como"matzá", dever ia ser preparado dessa forma por conta dapr essa da fugados israelitas do Egito, sem tempo para a mass a fermentar.

Além disso, o fermento era um ele ment o que lembrav ao

orgulho, pois inch av a ao long o do tempo. A Páscoa dever ia ser uma lembranç a de que precisamos nos esv az iar dos nossos o rgulh o se sermos dep en den tes da vontade de Deus. Este pão simb o liz a ah umil da de ea pro ntidã o para a redenção. Uma curiosidadein ter essan te, é que mais tarde a Páscoa foi instituí da como parte da semana dos pães a zim os, ou pães sem fermento, queé comemorada até hoje entre os judeus. Em Israeldi vers os merc a do nãov en dem nada com fermento nessa semana, épraticamenteumaproibição. Após essa noite marc ante, Faraó finalmentec e deu e libertou os israelitas, dando inícioà jornada do Êxodo, a caminho da Terra Pro meti da. Deus então or de nou que a Páscoaf os sec elebr a da anu al men te como um memorial perpétuo para que as futur as gerações de israelitas se lembras sem de como Ele os havia libertado da escravidão (Êxodo 12: 14).

A Páscoa judaica não foi apenas um evento históric o, mas um símbolo pro fé tic o que apontava para um sacrifício muitomaioredefinitivo: Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus. Assim como o sangue do cordeiro pascal livrou os primogênitos da morte no Egito, o sangue de Jesus nos livr a da condenação eterna(1 Coríntios 5: 7). O cordeiros em de feito representa Cristo, que foi perfeito e sem pecado(1 Pedro 1: 19). O sangue do cordeiro nos umbrais simb o liz aa proteção que temos em Cristo, pois aqueles que estão sob Seu sangue são salvos da condenação eterna. A libertação do Egito aponta para nossa libertação do pecado e da morte por meio de Jesus. A ordem de celebrar a Páscoa como um memorial enc o ntr a seu cumprimento na Ceia do Senhor, instituída por Cristo na noite em que foitr aí do(Lucas 22: 19-20). A Páscoa comos o mbr a da redenção em Cristo

A Páscoa dosju deus foi uma celebração de um livramento temporá rio, enquanto a Páscoa cumprida em Cristo representa uma redenção eterna. O que antes era um sacrifício anu al para relembrar a libertação do Egito agora se tornou um únic o sacrifício perfeito, quenoslivrado pecado e nosg ar ante a vida eterna com Deus. Por isso, quando João Batistaviu Jesus, proclamou: "Eiso Cordeiro de Deus, quet ir ao pecado do mundo! "(João 1: 29). Eler e conheceu que aa ntig a Páscoa estava se cumpr indo de forma de finitiv a na obra de Cristo.

Comoé a Celebração da Páscoa Judaica(Pessach) A Páscoa judaica, chama da de Pessach, é uma das festas mais importantes para o povo de Israel. Como jáv isto, ela comem or aa libertação dos israelitas da escravidão no Egito, conformer elat a do no livro de Êxodo. Para osju deus, essa celebraçãoé um tempo de lembrar a fidelidade de Deus etr a nsmit ir às novas gerações a história da redenção dos eu povo. A preparação com eç a dias antes, quando as casas são limp as parar em o ver qualquer fermento, simbolizandoa purificação. Durante a celebração, as famílias ser eú nem para a refeiçãoch ama da Sêder, uma ceia com alimentos sim bólic os quer e lembram o sofrimento ea libertação do Egito. Durante a ceia, o pai da famíliac o nduz a leitura dor elat o do Êxodo, respondendoperguntasdascriançassobreo significado da celebração. Tudoé feito para relembrar a açã o poderosa de Deusa o libertar o Seu povo. No entanto, é importante lembrar que, para nós cristãos, a Páscoa enc o ntr a seu verdadeiro cumprimento em Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus quet ir ao pecado do mundo. A celebração judaica aponta para a obrar e dent or a de Cristo, que foi sacrificado por nós. Curiosidade

ANOVA

ALIANÇA ²⁰Do mesmo modo, depois da ceia, peg ou o cálice, dizendo: —Este cáliceé a nova aliança nomeu sangue derramado por vocês. Lucas 22: 20

Agora vamos dar ums alt o para o Novo Testamento, coma

compr e en são de todos esses ele ment os vamos dir et a men te para av ésp era do maior at o de amor da história. Nos seus momentosfi nais, Jesus reuniu seus discípulos para uma ceia que, embora inic ias se como uma celebração tradicional da Páscoa judaica, estava de sti nada a TRANSFORMARosignificado da Páscoa(revelando uma nova aliança entre Deuses eu povo). Finalmente, cheg ou o dia da Festa dos Pães sem Fermento, no qual de via ser sacrificado o cordeiro pascal. Jesus enviou Pedro e João, dizendo: ―Vão epr ep ar em a refeição da Páscoa para nós comerm os.―Onde quer es que apr ep ar em os? — perguntaram. Ele respondeu: ―Aoentraremna cidade, umh o mem com ump o te de águ a encontrará vocês. Sigam‐no até a casa em que ele entraredigamaodonodacasa: “OMestre pergunta: ‘Ondeé os alã o de hósp e des no qual comer e ia Páscoa comos meus discípulos? ’”. Ele mostrará a vocês uma amp las a la no an dar superior, todamobiliada. Faç a mali os preparativos. Eles saíram, encontraram tudo como Jesus lhes tinha dit oe prepararam a Páscoa. Quandoch eg ou a hora, Jesus e os seus apóstolos reclinaram‐seà mesa Lucas 22: 7-14

Esteé o meu corpo, queé dado por vós; faz ei istoemmemóriademim(Lucas 22: 19) Naquela noite, nav ésp era de Suacrucificação, Jesus reuniu Seus discípulos para celebrar a Páscoa, conforme era a tradição do povoju deu. Eles estavam ac ost uma dos a realizaressacerimôniaanual, lembrando-se da libertação de Israel da escravidão no Egito. Os discípulos esp erav am que aquelaf os se mais uma celebração com um, seguindo o ritual que aprender am desde a infânc ia. Porém, naquela noite, a Páscoag anh ar ia um significado muito mais profundo e eterno. Enquanto estavaà mesa, Jesus fez algoin esp era do. Ele tomou o pão sem fermento e apresentou aos discípulos um novo significado para aquele alimentos imbólic o. Até então, o pão ázimo era comi do para lembrar apr essa com que os israelitas saíram do Egito, sem tempo para esperar a fermentaçãodamassa. Mas agora, Jesus revelou que aquele pão apontava para algo muito maior: Pão sem fermento queé servi do em Israel

Este cáliceé a nova aliança nomeu sangue, queé derramado por vós(Lucas 22: 20) Com essa declaração, Jesustr ans formou a celebração da Páscoa, fazendo dela não apenas um memorial das aí dado Egito, mas um símbolo do Seu próprio sacrifício. O pão que antes representav aa libertação físic a dos hebreus agora passar ia a representar Seu corpo, que seria entregu e para libertar ah umani da de do pecado. Depois, Jesus tomou o cálice de vinho e também deu um novo significado: O vinho, que antes simb o liz av ao sangue do cordeiro pascal derramado para proteger os israelitas do anjo da morte, agora representav ao próprio sangue de Cristo, que seria derramado na cruz parag ar ant ir a redenção eterna de todos aqueles quen Elecr e em.

Essanovainterpretaçãoda Páscoa mostrou que Jesus não estava apenasr e lembrando o passado, masc umpr indo aquilo que a Páscoa sempre apontou. Ele era o verdadeiro Cordeiro que seria sacrificado para trazer a libertação de finitiv a, não apenas de uma escravidão terr e na, mas da escravidão do pecado e da morte. Naquela noite, os discípulos ainda não compr e en diam tot al men te o que Jesus estava fazendo. Mas algumas horas depois, aovê-lo serpreso, jul gado e crucificado, descobrir am que a Páscoa que eles celebravam há séculos havia sec um pri do plenamente na cruz. O Cordeiro de Deus, que estava sendoim o lado, não apenas para livrar um povo de um governante, mas para salvar toda ah umani da de da condenação eterna. Apart ir daquele momento, a Páscoa deix ar ia de ser apenas uma celebração da libertação do Egito para se tornar a celebração da maior libertação de todas: A redenção eterna em Cristo Jesus!

Quando Jesus tomou o cálice e declarou: “Este cáliceé uma nova aliança nomeu sangue, queé derramado por vós” (Lucas 22: 20). Jesusestavaanunciandoumamudançaradicalno relaci o na ment o entre Deus e ah umani da de. Essa Nova Aliança substituir ia a Antiga Aliança estab eleci da no Monte Sinai, que prometeu aob ser vânc ia da Lei e dos sacrifícios humanos para a exp iaçã o dos pecados. Na Antiga Aliança, o sistema sacrificial do Antigo Testamento e xig ia que os sacerdotes of er ec essem holocaustosr egu lar men te para cobrir os pecados do povo. No entanto, esses sacrifícios não tinham poder para removeropecadodefinitivamente, pois eram apenas uma sombr a do sacrifício perfeito quev iria(Hebreus 10: 1-4). Cada oferta de cordeiros, bodes e novilhos apontava para o sacrifício que um dia seria feito pelo próprio Filho de Deus. A Nova Aliança: Aredençãodefinitiva

Com a morte de Jesus na cruz, aexigênciadesacrifícios

contínuos foi ab oli da. Ele não apenas cobriu os pecados, mas osr em ov eu completamente, oferecendo redenção eterna para todos os quecr e emn Ele. Como está esc rito em Hebreus 9: 12: Não por meio de sangue de bodes eb ez erros, mas pelos eu próprio sangue, ele entrou no Lugar Santíssimo, de uma vez por todos, ten do obti do eterna redenção Dessa forma, a Nova Aliança não seb a se ia em ritu ais ou obrash uma nas, mas na graça de Deus, mani festa da no sacrifício únic oe suficiente de Cristo. Diferenteda Antiga Aliança, que e xig ia a obediência a Lei, a Nova Aliança traz umatransformaçãointerior. Deus agora e scr ev e Sua Lei no coração doscr en tes, conforme Jeremias 31: 33 profetizou: Por e iam inh a lei nos eu íntim oea escrever ei nos eu coração. Eu ser ei o seu Deus, e eles serão meu povo

O cálice que Jesus of er ec eu aos Seus discípulos naquela noitesimbolizava Seu sangue derramado, aba se dessa Nova Aliança. Diferenteda Antiga Aliança, que dep en dia de sacrifíciosc o nst antes, a Nova Aliançaédefinitivae irrevogável. O sangue de Cristonãoapenaspurifica, mas se la essa aliança eterna entre Deus e Seu povo. Assim, ao celebrarm os a Santa Ceia hoje, não estamos apenasr e lembrando um evento do passado, mas reaf irm an do que vivemos sob a Nova Aliança, ondes om os justific a dos pela fé e não pelas obras da Lei. Somos redimidosnãopornossosesforços, mas pelo sacrifício perfeito do Cordeiro de Deus, quet ir ao pecado do mundo (João 1: 29). O Cálice da Nova Aliança

Os Quatro Cálices Na Páscoa judaica e xist ia uma tradição dec ons um ir 4 taças de vinho, representan do asqu atr o promessas de Deusa Israeldescritaem Êxodo 6: 6-7: Promessa 1: “Eu os livrar ei do trabalho imposto pelos egípcios”(Êxodo 6: 6 a) Promessa 2: “Eu os libertar ei da escravidão”(Êxodo 6: 6 b) Promessa 3: “Eu os resgatar ei combr aç o forte e com poderosos at os de juízo”(Êxodo 6.6 c) Promessa 4: “Eu osf ar ei meu povo e ser ei o Deus de vocês”(Êxodo 6.7 a) Aot o mar cadat aç a erar e cit a do uma promessa. Como a Última Ceia era uma celebração da ceia de páscoa, acredita-se que Jesus e seus discípulos participaram da tradição dosqu atr o cálices. Aqu estãoé que essas promessas estavam lig a das ao POVO DEISRAEL, ou seja, eram promessas Abraamicas, não de sti nadas a nós. Não terí am os ac ess oa elas, a não ser que houves se uma NOVAALIANÇA. Curiosidade

Porém, assim como o cordeiro que foim ort o na

Páscoa, essa aliançar e queria o sangue de um inocente. Da mesma forma, depois de ter comi do o pão, elep eg ou o cálice e disse: ―Este cáliceé a nova aliança nomeu sangue, queé derramado emf av or de vocês Lucas 22: 20 Pai, seforpossível, afastademimeste cálice. Contudo, quesejafeitaatua vontade, enãoaminha Mateus 26: 29 Logo, Jesus estab elec e sua aliança e diz: Na verdade a CONCLUSÃO dac e rimôn ia só aconteceria na CRUZ, quando seu sacrifício finalf os se seu últim o cálice. Agora você lembra das Suas palavras no Getsemâni?

Aúltima Ceia de Jesus: como realmente aconteceu? Muitas vez es, quandop ens am os na Última Ceia de Jesus, a imagemquevemàmenteéumafamosapinturade Leo nar do da Vinci: Jesus e seus discípulos sent a dos em uma long a mesa, comc a de ir as, como em umj ant ar ocidentalmoderno. Curiosidade No entanto, essa representaçã o está mais lig a da ao e sti lo eur op eu da Ida de Médiadoqueàrealidadeculturale históricadoprimeiroséculoem Israel.

A final, então como era a ceia judaica na ép oc a de Jesus? Naquele tempo, especialmente durante celebrações como o Pessach(Páscoa judaica), asr ef e içõ es importantes eram feit as seguindo a tradição judaica e osc ost um es do mundo antigo do Oriente Médio. Elesutilizavamumtriclínio, um tipode mesab aix a em forma de"U"ou meia-lua, com alm of a das ouc o lch on e tes aor e dor e as pessoas se recli nav ama or e dor dela, ficandoquaseaoníveldochão. Portanto, é mais pro váv el que a Última Ceia tenh a acontecidodessamaneira:

Apos içã o dos convida dos:

Ohóspededaceia(nessec as o, Jesus)costumavaocupar umaposiçãocentralouespecialnotriclínio. Oslugaresdehonraficavamaoladodireitoeaolado esquer do as sent o. Quandol em os que Joã o estavar ec ost a do nop eit o de Jesus(João 13: 23), isso fazia parte da disp os içã o: recli na dos lado a lado, Joã o provav el men te estavaà direita de Jesus, perto o bastante para se enc ost ar Nele ao conversar. Ambientedaceia: O loc al era um as a lasup eri orem Jerusalém, arrumada especialmente para aoc asiã o(Lucas 22: 12). Eles com iam pão sem fermento(matzá), ervas amargas, cordeiro assado(provav el men te), e vinhob eb iam como parte do ritual do Se der de Pessach. Haviab ac ias com águ a para lav ar as mãos e osp és, pois eracostumehigienizar-se antes de uma refeição sagrada(João 13 mostra Jesus lav an do osp és dos discípulos).

OSOFRIMENTODECRISTO

³⁹—Meu Pai, seépossível, quep as se de mim este cálice! Contudo, não seja como eu quero, esim comotu quer es. Mateus 26: 39

Acrucificaçãode Jesus Cristoé o momentoc e ntr al da fé

cristã, não apenas por sua dor físic ae xtr em a, mas pelo significado espiritual er e dent or que elac arr eg a. Seu sofrimento não se limit ou àt o rtur a eà morte na cruz, mas se manifestou em a ngúst ia emocional, traição, injustiça e profundo ab an do no. Nestecapítulo, explorar em os cada etap a desse sofrimento, desde o Getsêmani até o Gólgota, compr e en den dos eu imp act oe cumprimento pro fé tic o. Aagoniano Getsêmani Após a últim a ceia comos discípulos, Jesus foi para o Jardim do Getsêmani, loc aliz a do no Monte das Oliveiras. Ali, emummomentodeextremavulnerabilidade, Eles e prostr ou em oração diante do Pai. A ten são emocional que enfrentavaeraavassaladora. Sabendo que estavapr estes a carr eg ar sobresi o peso dos pecados do mundo, Jesus experimentouumaangústiatãointensaque, segundo Lucas 22: 44, "o seusu or tornou-se como grandesg ot as de sanguec a indo no chã o". Essef enô me no, chama do de hematidrose, ocorreemsituações deextremoestresse, quando os vasossanguíneospróximosàs glândulassudoríparasserompem, misturandosangueaosuor. Isso dem o nstr a que o sofrimento de Cristo começou antes mesmo da cruz, ali no jardim Ele já viveu uma intensabatalhainterior.

Ao orarr ep eti da men te ao Pai, dizendo: "Meu Pai, sefor

possível, afast a de mim este cálice! Contudo, não seja como eu quero, mas comotu quer es"(Mateus 26: 39), Jesus revelou sua plenah umani da de. Ele não apenaspr e via a dor físicaqueenfrentaria, mas, sobretudo, as e paraçã o tempo rár ia do Pai, algo que nunca havia exp eri ment a do. Enquanto Jesusenfrentavaessalutainterior, seus discípulos, exaustos, dorm iam. Issor ev ela umc o ntr as te entre a pro ntidã o espiritual de Cristoeafragilidade huma na dos discípulos. Mesmo diante da urgênc ia do momento, eles nãoc on seguiram vig iar e orar com Ele. Getsêmani, Jerusalém nos dias de hoje

A oração de Jesus foi int erro mpi dap el acheg a da de Judas Iscariotes, acompanhadoporumamultidãoarmada envia da pelos princi pais sacerdotes. Otraidor, quec on viveu com Jesus, deu um beijo, um sinalpr e viam en te combi na do para que os guardas soubessem a quempr en der. Mas porque Judaspr e cis ou dar esse sinal? O Getsêmanié um jardim af ast a do daci da de e, durante a noite, aescuridãotornavadifícildistinguirosrostos. Apenas alguémpróximode Jesus poderiai de ntifi cá-lo semcausar alvoroçoentreosdiscípulosechegartãopróximodEle para dar esse sinal. Após sua pri são, Jesus foil ev a doà casa do sumo sacerdote para um julg a ment o que já havia sidopr e viam en te decidido. Asautoridadesreligiosassesentiam-se ameaça das por Seu ministérioepopularidade. Eles não buscav am justiça, mas sim umpr e text o parac ondená - Lo. A Traição eo Julgamento

Elefoioprimidoeafligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foil ev a do ao matadouro, e como a ovelhamu da perante os seust osqu ia dor es, ele não abriu a suab oc a Ojulgamentode Jesus não ob e dec e aosp a drõ es estab eleci dos pela lei judaica. De ac or do com a Mishná, códigoquereúneastradiçõesenormasdojudaísmo, os julg a ment os que env olv essem pena de morte de veriam ocorrer durante o dia, eu mas en tenç a de morte não poderia ser de cidi da no mesmo dia do julg a ment o. No entanto, o Sinédriovi o lou essas regras fazendo uma ses são secr et a durante a madrugada e ao buscart este munh os contraditóriosparaincriminá - Lo. Apesardapressão, Jesusficaemsilênciodiantedasfalsas acusações, cumprindo Isaías 53: 7: Ojulgamentoilegítimo

Aúnic a resposta que deu foi quando ques tio na do

dir et a men te pelo sumo sacerdote sobre ser o Filho de Deus. Ao a firmar sua identidade de Filho de Deus, foi a cus a do de blas fêm ia ec onde na doà morte. Assim, ojulgamentode Jesus não foi apenas umain justiça huma na, mas o cumprimento do plano de Deus. Ele era o Cordeiro perfeito, sem pecado, que estava sendo "inspecionado"econsideradoirrepreensívelantesdeser oferecido em sacrifício–exatamente como ac on tec ia com os cordeirosp asc ais no Antigo Testamento. Após serc onde na do, Jesus foi entregu e aos soldados rom anos para ser aç oit a do. Oinstrumentousadoerao Flagrum, umchicotedecourocommúltiplaspontas, con ten dop e daç os de met al e oss os af ia dos. Cadagolpedilaceravaapeleeosmúsculos, expondo nervoseossos. O propósito do aç oit a ment o era enfraqueceravítimaantesdacrucificação. Nem chegandoàcruz, alguns jám orr iam devido àp er da excessivadesangue. Alémdatorturafísica, os soldadosz omb ar am de Jesus. Colocaram sobre Ele uma coroa de espinhos, ves tiram-no comummantodepúrpura, símbolo da real ez a, eo humilharampublicamente, dizendo: "Salve, reidos judeus! "(Marcos 15: 18). Osf lag e los

Após ser brutal men te aç oit a do eh um ilh a do peloss ol dado rom anos, Jesus foic onde na doà cru cific açã o–a forma mais crueledegradantedeexecuçãonaépoca. Mas antes de chegarao Gólgota, Eletevequeenfrentarumpercurso do lor os o eh um ilh ante, conhecidocomo Via do lor os a. A jornada até o loc al da cru cific açã o não foi apenas um caminho físico, mas umatr aj e tór ia de profundo sofrimento, tanto no corpo quanto na alm a. Os aç oi tes que Jesus sofreu antes da caminhada o deixaramemestadocrítico. Seu corpo já estava extremamentedebilitadodevidoàintensaperdade sangue, além dadorc aus a da pelosg olp es def lag e lo rom ano eo desg as te emocional prov oc a do pela humilhação de Seu próprio povo. Mesmo assim, Ele foi obrigado ac arr eg ar a cruz. Na verdade, Jesus não carregou toda a cruz como algumas representaçõesartísticassugerem. Oque Ele levou foi o Patibulum, apartehorizontaldacruz, quepesavacercade 30 a 50 kg. Apartevertical(Stipes)já estava fix a da no loc al deexecução. O caminho da cruz

Carr eg ar a cruz foi um des afi oe xtr em o para um corpo já exaustoeferido. A cadap ass o, Jesus senti a dor e sin tens as. Seucorpoenfraquecidotropeçava, e cada que da no chã o de Jerusalémabrianovasferidas, aumentandoo sofrimento. Mas não foi só a dor físic a que marcou aquele momento. O peso emocional também foi grande. As mesmas pessoas que poucos dias antes O tinhams au dado, agora O desprezavam. Jesusouviuinsultosezombariasenquanto líderesreligiosos, comofariseusesaduceus, observar am satis feitos o desf ech o que tanto de sejar am. Mesmo assim, Jesuspermaneciaemsilêncio. Não respondi a às of ens a senãoc onde nav a quem Ohumilhava. Quando finalmentech eg ou ao Calvário—olugarchamado Gólgota—Ele estava completamente esg ot a do, mas ainda haviamaisaenfrentar. Essa caminhada até a cruzr ev ela umaf orç a que vai além da compr e en sãoh uma na, eum amor que não enc o ntr a limites. Cadap ass o de Jesus nessa jornada foi ump ass o em dir eçã oà nossa salvação.

Acrucificaçãofoiummétododeexecuçãoamplamente

utiliz a do no mundo antigo, conhecidopelaextrema cru el da de e sofrimento. Desenvolvidapordiferentespovos e posteriormente a prim or a da pelosr om anos, tinha como objetivo não apenasc aus ar a morte, mas pro long ar a dor e a humilhação. Depoisdecaminharatéolocalchamado Calvário, Jesus foi coloc a do sobre a cruz. Suasc ost as, jám a chu cadas pelos açoites, estavam em contat od ir et o com ama de ir a, isso causavadesconfortoeaumentavaadorsemprequeo corpo eram ovi ment a do. Os soldados esten deram seusbr aç o se fix ar a mpr eg os de ferro, com a pro xim a da men te 15 a 18 centímetrosde comprimento, naregiãoentreamãoeopulso. A escolha desselocaleraestratégica, poisc as of os sec o loc a dopr eg os napalmadamão, nãoc on seguir ia sus tent ar o peso do corpo, o que poderia fazer com que o condenados e de spr en desse da cruz. A Crucificação

Cadag olp e do mar te lo fix av aospr eg os def erro na cruz, umprocedimentocomumnascrucificaçõesrealizadas pelosr om anos. Opregoperfuravaapeleepassavaatravés detecidosmoles, atingindoregiõessensíveis, como on erv o me dia no, oqueprovocavaintensaeconstantedor. Em algunsc as os, esse momento poderial ev ar oc onde na doà inconsciência. Após fix ar e mas mãos, os soldadosd obrar am osj o elh os de Jesus e sobre Seusp és, posicionaramoterceiropregoque atr av ess ou ambos de uma só vez. Aperfuraçãonesta região, ricaemterminaçõesnervosasimpedequalquertipo demovimento. Com ac o nclu são desse processo, acruzfoierguidae posicionadaemumburacocavadonochão. Oimpactodo movimentocausouumaredistribuiçãobruscadopeso corpor al, que passou a ser sus tent a da pelos pontos de fixaçãonospulsosenospés. Aposiçãoforçavaocorpoa umap os tur a que com pro met ia gradual men te ar esp ir açã o. Ométododacrucificaçãolevavaàmortedeformalentae do lor os a. Adificuldaderespiratóriaeraprogressiva, pois a posiçãodocorpodificultavaaexpansãodospulmõese, ao long o de horas, acabavaresultandoemexaustãoextremae, por fim, asfixia.

Enquanto isso, soldadoseespectadoreszombavam Dele,

sem entender que aquele momento era ac ons umaçã o do maior at o de amor da história dah umani da de. Acrucificaçãode Jesus não foi apenas uma ex e cuçã o brutal. Foi uma demonstração de entrega, sacrifício e amorincondicional. Elesuportouessadorindescritível para que pud és sem os ter vida eterna. Val e lembrar que conforme Marcos 15 Jesus foi crucificado as 9 hdamanhã e morreu apenas as 15 hhoras da tarde, ago niz an do por todo esse tempo. Nos seus últimos momentos, então, Jesus declarou: “Está consumado! ”—Tetelestai, marcandoaconclusãode Sua missão.

O que significa TETELESTAI? Tetelestai(τετέλεσται)é uma palavra dogr eg o antigo que foi pro nunc ia da por Jesus no momento final da crucificação. Estáregistradono Evangelho de João 19: 30, ondel em os: Apalavragrega Tetelestaifoitraduzidaemportuguês como"Está consumado! ". Mas o significado dela vai muito alémdessasimplestradução. Nooriginal, Tetelestaié o verb ot eleōno tempo perfeito, quetr a nsmi te ai de ia de uma açã o completa da no passado, mas com e feitos contínuos nopr e sen te e no futur o. Ou seja, algo que foi finaliz a do plenamente e cuj os resultados permanecer a mváli dos para sempre. A palavra significa, de formali ter al: Está completo! Estáconcluído! Foitotalmentecumprido! Curiosidade Quando Jesus tomou o vinagre, disse: —Está consumado! E, inclinandoacabeça, entregou o espírito.

Além disso, nocontextoculturaldaépocade Jesus, a

palavra Tetelestai eraus a da em dif er en tesc on text os da vidac oti dia na: Comerci antesus av ama e xpr es são quando um pag a ment o estav aquit a do. Eles e scr e viam Tetelestai emrecibos, significan do"dívidapaganaíntegra". Sacerdotes de clarav am Tetelestai ao ex ami nar um sacrifício ec o nst at ar que ele estava sem de feitos, perfeito para ser oferecido a Deus. Os presosr ec eb iam um doc um ent o com Tetelestai esc rito quando haviamc um pri dot ot al men te sua pena, de claran do que estavam livres de qualquer a cus açã o. Portanto, quando Jesus declarou Tetelestai na cruz, Ele estava de claran do: O plano de redenção foic um pri do Adí vida do pecado havia sidop ag a completamente O sacrifício perfeito foi oferecido a Deus e ac eit o A obra da salvação estava finaliz a da. Nada mais precisar ia ser feito para que oh o memf os se reconciliadocom Deus. A declaração não foi uma declaração ded errot a, mas de vitória supr em a! Jesus anunciou que cumpriu a missão da pelo Pai e que a redenção estava disp o nív el para todos os quecr essem Nele.

A morte de Jesusnacruzconstituiocentrodafécristã. É por meio de Sua morte que Jesusinstauroua Nova Aliança, pro me ten do vida eterna a todos que Nelecr e em. O cordeiro inocente foi insp eci o na do, nele não foi encontrado culpa e Ele foi entregu e para ser a oferta perfeita pelos nossos pecados. No momento que Jesus morreu, o véu do templo se rasgou. Agora, Cristo foi nosso sacrifício DEFINITIVO, através dele TODOStemos ac ess o ao PAI. O Significado da morte de Jesus

Antes de Jesus, oacessoa Deu ser ali mit a do. O

tabernáculo, que Deusorientou Moisés a construir, foi divididoemtrêsáreas: opátio, o Lugar Santo eo Lugar Santíssimo(Êxodo 32-40) Este últim o era onde a Arcada Aliançaseencontrava, representan do a própr ia presença de Deus. Somente o sumo sacerdote podia e ntr ar nesse lug ar uma vez ao ano, no Dia da Expiação(Levítico 16), e isso após seguir rig or os rituaisdesacrifício. Esse véu, que se parav ao lug ar santo do santíssimo (imag em a baixo), simb o liz av aa se paraçã o entre a humani da de e Deus devido ao pecado. Eraumabarreiraqueindicavaqueoacessodiretoà presença de Deus não erap e rmiti do a qualquer pessoa, exc et o ao sumo sacerdote, esomenteemcircunstâncias muitoespecíficas. O véu não apenas simb o liz av a essas e paraçã o, mas também op e rig o que era estar diante de Deus sem a de vida exp iaçã o pelo pecado. O fim dos sacrifícios eo novo caminho para Deus

Portanto, aproximemo-nos do trono da graça

comconfiança, para quer ec eb am os misericórdia e encontremos graça para nos ajudar no momento dan ec e ssi da de Mas quando Cristo morreu, o véu do templo se rasgou de alt oa baixo(Mateus 27: 51), simb o liz an do que o caminho até Deus estava agora aberto para todos. Isso significa que não precisamos mais dein ter me diá rios humanos, nem de sacrifícios contínuos. Jesusé nosso Sumo Sacerdote eterno, e através dele, temos ac ess o dir et o ao Pai. Como Hebreus 4: 16 nos diz: Arcada Aliança Incensário Candelabro Mesa dos pães VÉUVÉU Representaçã o do tabernáculoconforme desc rito em Êxodo 32–40

ARESSURREICÃO

Porque vocês estão procurando entre os mortos quevi vem? Ele não está aqui; ressuscitou! Lucas 24: 5-6

Na madrugada do primeiro dia da semana, quando ainda estavaescuro, Maria Madalena e algumas outras mulheres dirigiram-se ao túmulo de Jesus. Carr eg av am especiarias e perfumes, seguindo a tradição judaica deung ir o corpo dos mortos. Entretanto, aoch eg ar em ao sepulcro, algo estava dif er en te. A pedra que se lav aae ntr a da–umarochapesada, provav el men tep es an do mais de umat o nela da–havia sido rem o vida. O túmulo estava vazio. Enquanto tent av am compreender o que estava acontecendo, um anjo do Senhor apareceu e declarou: O túmulo vazio Porque vocês estão procurando entre os mortos quevi vem? Ele não está aqui; ressuscitou! Lucas 24: 5-6

Aconfusãoeaincredulidadetomaramcontadelas. Como

poderia ser? Elas mesmas tinhamv isto Jesus ser crucificado, testemunhado Seu corpo sem vida sendo coloc a do naquela tumba. Tudo indic av a que a morte havia vencido. Maria Madalena, tom a da pela dor e incapaz de entender plenamente o que estava ac on tec en do, sentou-se junto ao túmulo e, ao virar-se, viu umh o mem. Semperceberde ime diat o quem Ele era, falou: Senhor, se você o levou embora, diga-me onde o colocou, quee O buscar ei", ela disse João 20: 15 Aa ngúst ia aindat om av a conta dos eu coração. Sua men te estavapr es a aotr a uma da morte, incapaz de enx erg ar a esperança diante de seus olhos. Então, Jesus a chamou pelo nome: "Maria". E foi nesse inst ante que seus olhos se abriram. A ressurreição de Cristo não foi apenas um evento históric o, foi a inauguração de uma nova reali da de. Ele venceu a morte, e, ao fazê-lo, abriu o caminho para a redenção da humani da de.

Maria e os discípulos, inicialmente, nãoc on seguiram

compreender ama gnitu de dessemi lagr e. Suas men tes ainda estavamc o ndici o nadas ao sofrimento, àlógica huma nada morte e dap er da. Mas Jesus ressuscitou para quep oss am os ver além do sofrimento, além dador e do luto. Elenosconvidaaumatransformaçãodeperspectiva: não olhar mais para a cruz apenas como um símbolo de morte, mas também como o triunf o do amor de Deus. Aoressuscitar, Jesus selou a vitória da Nova Aliança. Sua mortep ag ou o preço do pecado, mas Sua ressurreição nos gar ante que a vida em Deusé eterna, inab a láv ele abundante. Ele não está no túmulo, porque a morte não poderia segurá - Lo. E assim, todo aquele que crên'Ele nãoé apenas per do a do, masr ec eb e vida nova, vida eterna, vida em Cristo. A ressurreição de Jesus te stific a não apenas Sua divindade, mas também as se gur a nossa ressurreição e vida eterna. Jesus criou um novo caminho para nossa reconciliação com Deus, presenteando-nos com a promessa de uma vida nova. A ressurreição ea Páscoa é, assim, um convite e um chama do a abr aç ar essa nova vida, desfrutardonosso relaci o na ment o como PAIeviver segundo a Sua vontade.

Um dosp os sív eis loc ai sem Israel que pode ser a tumba de Jesus Ointeriorda Tumba Oprováveltamanhoexato da pedra que estava na frente da tumba

A jornada pela história da Páscoa nos levou desde o êxodo do povo de Israel no Egito até a cruz eo túmulo vazio de Cristo. Aprendemosquea Páscoa nãoé apenas um evento do passado, mas uma reali da de viva epr e sen te, que trans forma nossas vidas até hoje. No Antigo Testamento, a Páscoa simb o liz av aa libertação da escravidão egípcia, quando o sangue do cordeiro nos umbrais das portas livrou os primogênitos da morte. No Novo Testamento, Jesus se tornou o Cordeiro Perfeito, cujo sangue não apenas nos livr a da morte físic a, mas nos gar ante a vida eterna em Deus. A Páscoaé umch ama do para nos lembrarm os da redenção. Assim como os hebreus foram lib ert os do Egito, Cristo nos libertou da escravidão do pecado. Assim como eles comeram o cordeiro, hojeparticipamosdaceia, lembrando-nos do corpo e do sangue de Cristo. A cruz nos lembra do sacrifício. O túmulo vazio nos lembra da vitória. A ressurreição nos lembra da esperança. O verdadeiro significado da Páscoa

Que esta Páscoa seja um tempo de reflexão er e novaçã o. Quep oss am os olhar para Jesus não apenas como o Cordeiro que foim ort o, mas como o Rei que venceu a morte. Quep oss am os abrir os olhos, como Maria Madalena no jardim, econsiderarque Ele está vivo ec a minh a conosco. Hoje, podemos comemorar porque a morte não tev ea últimapalavra. Jesus ressuscitou, e, por meiod'Ele, temos vida! Feliz Páscoa! Que a alegria da ressurreição e nch a seu coração e sua casa! Feliz Páscoa!

Recuseimitações! Vocêê sabe qualé o real significado doc o elh oe dos ov os de Páscoa? Talvez vocês e surpr e en da ao saber que esses símbolos, tãopr e sen te sem nossas celebraçõesm o der nas, têm origensqueremontamatradiçõespagãsantigas. Natransiçãodasestações, especialmente na primavera, eram com unsf e sti vida desp a gãs que celebravam novos começo se af e rtili da de da terra. Uma dessas festas era dedi cada a Ostara, adeusapagãdafertilidade, cujo nomeesimbolismoinfluenciaramprofundamenteos ritu ai se os símbolos que ass oc iam os hojeà Páscoa. Curiosidades

Oscoelhos, conhecidosporsuanotávelcapacidade

reprodutiva, eram um símbolo def e rtili da de na antiguidadee, por isso, frequentemente vincu ladosà imagemde Ostara. A ass oc iaçã o doc o elh o com a deusa dafertilidadeajudaaexplicaraorigemdocoelhoda Páscoa como um dosíc on es dessa celebração. Além disso, havia oc ost um e, durantef e sti vida des nórdicaspagãs, depintarovosetrocá-lo sentre as pessoas. Os ov os, símbolos de vida nova er e novaçã o, compl em ent av am perfeitamente a tem áti cada fertili da de e dor e nascimento quec ar ac teriz av aa ép oc a da primavera. Com a exp an são do Cristianismoeapopularizaçãode suastradições, ocorreuuminteressantesincretismo entre as comem or açõ es da Páscoa cristã e essas festividadespagãs.

Com isso, nãoqueroassustá-lo ou sug er ir que vocês e desf aç a de todos os símbolos que hoje fazem parte da cultur ap opu lar da Páscoa, como ov os dech oc o la te ec o elh os, nemtã o pouco significa que quemc ons o mech oc o la tes ou enf eit a sua casa nessa ép oc a estej a pra tic an do idolatria. Operigo, porém, é quando esses ele ment os o fusc am o verdadeiro significado da Páscoa: a morte ea ressurreição de Cristo. O que antes era uma celebração da redenção e do sacrifício do Cordeiro de Deus hoje, para muitos, ser es um e apenas a umat o comerc ial volt a dop ar apresente se doc es. Por isso, como cristãos, precisamos serin te nci o nais na forma como e nsi nam os a Páscoa às próximas gerações. Precisamos gar ant ir que nossos filhos, pais ea mig os compr e en dam que o verdadeiro sentido da Páscoa não está nos ov os dech oc o la te, mas na cruz e no túmulo vazio.

A final, é pecado comer carne na sexta-feira santa? A tradição de não comer carne na sexta-feira santaé bastantec onh eci da, especialmente entre osc a tólic os. Mas será que issoé um mandamento bíblic o? E de onde surgiu essa prática? Orelatobíblicodamortede Jesus ac on tec e em uma sexta- feira, chama do de"dia da preparação", como vemos em Marcos 15: 42 e João 19. Por isso, ao long o dos séculos, esse dado passou a ser lembra do como um dia de lut oe reflexão, chama do de Sexta-feira da Paixã o ou Sexta-feira Santa. Na Ida de Média, comer carne era algor ar oe muitas vez es ass oc ia do ao praz er eà celebração. Por essar azã o, no século XIII, a Igreja Católicainstituiuapráticadeseabster de carnes ver melh as nesse dia, em me mór ia ao sofrimento e morte de Cristo. Até hoje, muitosm a ntêm essa tradição como uma forma der esp eit o er e ver ênc ia. No entanto, é importante lembrar que essa ori ent açã o não éummandamentobíblico, masumatradiçãoeclesiástica.

A Bíblianosdáliberdadedeconsciêncianessesassuntos. Em Rom anos 14: 6, o apóstolo Pauloensinaque: "Quem vem de tudo, faz isso para o Senhor, poisdá graças a Deus; e quem não vem de tudo, é para o Senhor que não vem, edágraçasa Deus." Isso significa que o mais importante nãoé que vocêv enh a ou deix e de comer, mas na a titu de dos eu coração. Seja você alguém que esc o lhes e abs ter de carne ou não, ofoco deve ser lembrar comgr a tidã o er e ver ênc ia do sacrifício de Jesus na cruz. O que realmenteim portaé que nossa me mór ia e dev oçã o seja mex ter nas para Aquele que morreu e ressuscitou por amor a nós. Eparaenriqueceraindamaisasuaexperiênciana Semana da Páscoa, preparamos algunsr e curs os especiais. Incluímos o'Roteiro Familiar - Se mana de Páscoa de 7 dias', umguia diá rio que você pode seguir com seus filhos e familiares. Além disso, criam os um quiz especial sobre a Páscoa, para realizar com todos em casa e transformar esta celebração em uma oportunidade de e nsi nar e aprender dem an e ir a divertidaeinterativa.

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